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Me chamo Giovana Lemos Vieira, tenho 28 anos, nasci em Conselheiro Lafaiete/MG e vivo em Belo Horizonte. sou formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG e levo para o cinema, por meio da direção de arte e da produção de objetos, as ferramentas que aprendi para pensar espaço, volume, escala e matéria na construção dos mundos e vidas a vir a ser de um roteiro. Mais do que encarnar as palavras nos espaços e nas coisas, materializando o que está d-escrito, o encanto da direção de arte mora em sua capacidade de tornar visível o que está fora do texto, ainda que dentro do filme. Desde 2021, realizei várias funções dentro do departamento, sobretudo como produtora de objetos, onde experimentei um modo de trabalhar que me encanta por se relacionar a uma espécie de fazer arqueológico.​ Produzir objetos é como caçar, prospectar e coletar artefatos cotidianos para a criação dos espaços de um filme. A caça e a coleta desses objetos se dão em redes de relações, em conversas e encontros pela cidade, em uma gincana que mistura expectativa, descoberta e surpresa.​ 

Trabalhei com produtoras mineiras como Filmes de Plástico, Anavilhana, Piranha Filmes e Filmes do Cerrado, além de produções para Netflix e Globoplay. Ao longo desse percurso, tive a oportunidade de trabalhar com diretores e diretoras cujo trabalho admiro, como Clarissa Campolina, Sérgio Borges, João Dumans, André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurílio Martins, Breno Alvarenga e Mariana de Melo.

Atualmente, estou na fase de pesquisa e desenvolvimento do roteiro do meu primeiro filme como diretora: um curta de ficção que nasce desse fascínio pelos objetos e pelo mistério que carregam, abordando as poéticas da arqueologia cotidiana.

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